A equipe GTHIDRO realizou no dia 02/12/08, terça-feira, em URUBICI – SC o último encontro dos grupos temáticos do Saneamento e Turismo Educativo antes da Oficina 3. O encontro ocorreu nas dependências da Escola Manuel Dutra Bessa e contou com a presença de várias lideranças do município.
Neste evento, que também faz parte do projeto Tecnologias sociais para Gestão da Água (TSGA), em seu quinto objetivo de desenvolver potencialidades de desenvolvimento sustentável local junto às comunidades, os participantes tiveram oportunidade de aprofundar os conhecimentos sobre o fluxo da tecnologia social de reconhecimento do território e construção do mapa de demandas, que compreende 3 etapas, a saber:
1) COLETA DE DADOS EM CAMPO – o grupo de governança vai à campo com 3 ferramentas: aparelhos GPS, câmeras fotográficas e seu olhar sobre as demandas que se quer levantar. Com isto, coletam coordenadas geográficas, fotografias e um registro sobre as demandas identificadas. Estes dados são escritos em uma tabela de campo;
2) ARMAZENAMENTO DOS DADOS – o grupo de governança transfere os dados da tabela de campo para uma planilha de Banco de Dados e as fotografias para uma pasta de Banco de Imagens no computador. Também é feito um registro detalhado sobre a demanda para que informações importantes não sejam perdidas.
3) ORGANIZAÇÃO DOS DADOS – o grupo de governança se reúne para a construção do mapa de demanda. Os bancos de dados, imagens e demandas deverão estar disponíveis. O grupo decide quais tipos de informação temática o mapa apresentará (camadas) e dispõe caixas de informação e imagens associadas aos pontos de demanda registrados sejam perdidas.
Após breve explicação das 3 etapas do processo, foi feita uma dinâmica, utilizando recursos lúdicos de aprendizagem. A atividade consistiu na utilização de um painel contendo o mapa do município de Urubici sob um grid com as coordenadas geográficas que encerram o seu território. Os participantes foram estimulados a localizar os pontos que haviam sido previamente coletados em campo, associá-los a fotos do local, dispostas sobre uma mesa e, em seguida, após preencher o cartão de demandas, fixá-lo no mapa com o auxílio de alfinetes coloridos e barbantes, conectando-o aos pontos.
Essa variação metodológica permitiu a visualização de todas as etapas descritas acima de forma conectada e, ainda, como elas se aglutinam para dar origem ao mapa da demandas.
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