CELEBRAÇÃO DO DIA MUNDIAL DO AMBIENTE 2017

    CELEBRAÇÃO DO DIA MUNDIAL DO AMBIENTE 2017
    (RESOLUÇÃO ONU 2994, DE 15 DEZ 1972)

    FESTIVAL BENS COMUNS CAMPECHE
    BANCO DE TEMPO FLORIANÓPOLIS
    GRANDE EXPEDIENTE CÂMARA MUNICIPAL DE FLORIANÓPOLIS
    por
    Daniel José da Silva

    1. A EVOLUÇÃO CONCEITUAL DAS CELEBRAÇÕES DO DIA MUNDIAL DO AMBIENTE

    A celebração do Dia Mundial do Ambiente em 5 de Junho foi criado pela Resolução 2994 da Assembleia Geral das Nações Unidas em 15 de Dezembro de 1972, em comemoração ao dia de início da Conferência das Nações Unidas sobre o Ambiente Humano, realizada na cidade de Estocolmo, Suécia.

    1.1 CONFERÊNCIA DE ESTOCOLMO 1972: A primeira conferência das Nações Unidas sobre o tema da relação entre o ambiente e o desenvolvimento aconteceu na cidade de Estocolmo, capital da Suécia, entre 05 e 16 de Junho de 1972 e reuniu representações de 113 países e de 400 organizações. O documento preparatório da Conferência foi elaborado pela Embaixadora Inglesa Barbara Ward e pelo cientista franco-americano René Dubos e recebeu o nome de ‘Uma Terra somente’. O relatório foi a primeira experiência mundial de consulta a especialistas, diplomatas e autoridades e contou com a participação de 152 pessoas em 58 países, dos quais três brasileiros. A declaração da Conferência, com 7 Proclamações e 26 Princípios incorpora o pensamento de urgência do Relatório Ward, em especial suas conclusões em torno das ‘estratégias para sobrevivência’ da humanidade no Planeta: a) desenvolver um conhecimento cientifico sobre a natureza e os impactos da humanidade sobre o Planeta de forma mais profunda e amplamente compartilhada; b) desenvolver um novo sentido de responsabilidade ambiental na associação e participação dos mercados na soberania econômica e política; e c) desenvolver um sentimento de lealdade humana à Biosfera que transcenda a tradicional e limitada obediência das tribos e povos.

    1.2 CONFERÊNCIA DO RIO 1992: A segunda conferência das Nações Unidas sobre o tema aconteceu na cidade do Rio de Janeiro, entre 03 e 14 de Junho de 1992 e reuniu representações de 178 países. Em paralelo aconteceu o Fórum Global com 1300 organizações e 20 mil participantes de todo o mundo. O documento preparatório da Conferência foi elaborado pela Comissão Mundial sobre Ambiente e Desenvolvimento, liderada pela Primeira Ministra da Noruega, Sra Gro Harlem Brundtland, e que em 1987 publica o documento ‘Nosso Futuro Comum’. O relatório foi uma experiência mundial de consulta popular, com a realização de 13 audiências públicas em 8 países de todas as regiões do mundo. A declaração da Conferência tem 27 Princípios e incorpora o novo paradigma criado no Relatório Brundtland, o conceito de ‘desenvolvimento sustentável’ e suas três dimensões: a) a econômica, que propunha uma ‘ecologização’ dos processos produtivos; b) a social, que propunha um desenvolvimento social inclusivo; e c) a ambiental, que estabelecia a avaliação dos impactos e a proteção da natureza. Os resultados civilizatórios foram as Convenções sobre Diversidade Biológica, Combate à Desertificação e Mudanças Climáticas e a Agenda 21 pela Rio’92, e a Carta da Terra e os 37 Tratados Internacionais pelo Fórum Global.

    1.3 CONFERÊNCIA DO RIO 2012: A terceira conferência das Nações Unidas sobre o tema voltou a acontecer na cidade do Rio de Janeiro, entre 13 e 22 de Junho de 2012 e reuniu representações de 193 países. Em paralelo aconteceu a Cúpula dos Povos com a participação das organizações sociais trabalhando em temas e em grupos tais como jovens, mulheres, indígenas, e os Comitês Facilitadores. Cada grupo criou seu próprio documento final. O documento resultante da Conferência foi o ‘O Futuro que queremos”, que introduz o paradigma da ‘economia verde’, reafirma as três dimensões do desenvolvimento sustentável e apresenta um detalhamento do quadro institucional, dos planos de ações e dos meios de sua implementação. Destacamos aqui a síntese do Comitê Catarinense que avança na leitura das dimensões da sustentabilidade como processo social participativo através de três estratégias: a) a cultural, com a inclusão dos novos conceitos e éticas da sustentabilidade local e planetária em torno dos bens comuns; b) a pedagógica, com as novas abordagens de aprendizagem social, de economia da experiencia e do diálogo de saberes; e c) a política, com a criação de estratégias sociais de cuidado, valorização e governança dos bens comuns, através de políticas públicas locais.

    2. UMA APRESENTAÇÃO DOS BENS COMUNS

    2.1 Enquanto o amor é a emoção fundadora do humano, os bens comuns são o sentimento criador da humanidade. O amor está para a pessoa assim como os bens comuns estão para a humanidade. Sem o reconhecimento dos bens comuns não haveria humanidade. A humanidade é mais que o coletivo de todos os humanos, ela é o fenômeno que emerge do compartilhar sensível, sutil e responsável da natureza e das criações culturais das sociedades humanas. A humanidade é o horizonte utópico de realização da evolução espiritual do humano em direção a sua felicidade na convivência. Ela é o atrator de futuridade que existe em cada ser vivo do Planeta e de seus domínios culturais e ecológicos. Ela é o reconhecimento da legitimidade da vida e de suas relações. A humanidade, enquanto futuridade dos bens comuns compartilhados por todos é o principal argumento pedagógico de mediação dos conflitos humanos do presente. Se existe um compartilhar sensível e sutil quando usufruímos o ar, a água, os rios, a energia, o solo, as florestas, os alimentos, os oceanos, o espaço aéreo, a paisagem, então essa natureza é um bem comum a todos. Da mesma maneira, aqueles sistemas e estruturas culturais colocados a serviço dos cidadãos e construídos e mantidos pelo dinheiro público, tais como a saúde, a educação, as cidades, as estradas, o transporte público, a segurança, entre outros, são também bens comuns a todos.

    2.2 A consciência sobre os BENS COMUNS se inicia com o reconhecimento ecológico e social dos bens que são comuns a todas as gerações e que são fundamentais para o viver das gerações atuais e futuras. O reconhecimento do uso da água, dos ventos, da energia, da floresta como bens comuns naturais e mais a segurança da família, o cuidado com a saúde, o direito a educação e ao conhecimento, como bens comuns da sociedade acompanham a evolução do humano. O reconhecimento dos bens comuns é a fonte criativa da evolução cognitiva do humano com a complexificação dos sistemas psico-neuro-imunológico, a partir da experiência cotidiana, individual, familiar e social. O resultado é a afirmação de uma cultura humana dos bens comuns com a prática de valores, exemplos e criatividade intergeracional.

    2.3 A consciência sobre os BENS COMUNS se amplia com o diagnóstico da crucialidade local e biosférica dos bens comuns frente a trajetória colapsista atual das sociedades, através do estado atual da conservação e degradação dos bens comuns nas escalas locais e biosférica. A dimensão local de um bem comum está conectada às dinâmicas ecológicas e culturais do planeta. E o equilíbrio da biosfera depende da estabilidade dessas dinâmicas nas comunidades. A transcendência desta dialógica é a gestação de uma política humana dos bens comuns com a criação e prática de valores éticos, leis, políticas públicas, sistemas operacionais e de gestão e instituições qualificadas de monitoramento, avaliação, proteção e fiscalização do uso responsável dos bens comuns, sempre numa perspectiva intergeracional.

    2.4 A consciência sobre os BENS COMUNS se completa com a valorização cultural, política e econômica dos bens comuns da humanidade realizada pelas gerações atuais. A valorização cultural e política, construída na perspectiva de uma futuridade responsável, permite uma aprendizagem das melhores práticas de uso sustentável. A transcendência desta dialógica é uma economia humana dos bens comuns, uma economia civil. Essa economia possui uma prática contextualizadora de contratos, serviços, trabalho, negócios, comércio, pesquisa, inovação, com a reciprocidade das relações e a subsidiariedade das futuridades. A sociedade, a cultura, a política e a educação deixam de ser ‘de mercado’ e passam a ser humanas e civil.

    3. UMA INTRODUÇÃO À ECONOMIA CIVIL

    3.1 A ECONOMIA CIVIL tem na reciprocidade das relações econômicas a ORIGEM de todas as suas virtudes. A ECONOMIA COLAPSISTA tem na instrumentalidade dessas relações a razão de toda a sua arrogância. A reciprocidade é a qualidade de reconhecimento e valorização da natureza relacional e conectiva nas relações de troca, compra e venda de produtos e serviços entre as pessoas. Cada pessoa é o que é em função de suas relações com os demais humanos e natureza. Quando a economia reduz a constituição relacional e ecológica das pessoas a indivíduos consumidores num mundo de equivalências financeiras abre-se a racionalidade da exclusão da substantividade das próprias pessoas e da natureza que passa a receber todas as externalidades de indiferença, violência e degradação que lhe é própria. Nesse momento o mercado perde suas características históricas de lugar de encontro civilizatório e passa a ser um espaço corruptor de emoções e virtudes.

    3.2 A ECONOMIA CIVIL tem na subsidiariedade dos BENS COMUNS os melhores RESULTADOS locais e mundiais de uma experiência social mais justa, pacifica e sustentável. A ECONOMIA COLAPSISTA tem na privatização dos BENS COMUNS e na subsidiariedade dos BENS PRIVADOS a sua principal estratégia de enriquecimento, acumulação de poder e degradação local e planetária. A subsidiariedade da gestão social de bens comuns como o ar, a água, as florestas, os oceanos, a pesca, a educação, a saúde, as estradas, a segurança, as cidades, a cultura, entre outros bens que são compartilhados de forma sensível e sutil pelos humanos são uma experiência de sucesso por estar estabelecida num sentimento de pertencimento e soberania popular e política das pessoas com respeito aos bens. Quando a economia reduz essa soberania através da terceirização das prerrogativas constitucionais dos Estados, da privatização das Políticas Públicas e da supressão da proteção social às pessoas e a natureza, a sociedade como um todo torna-se refém da ganancia. O estado de direito e bem-estar social, através da justiça, da política e da democracia são colonizados e colocados a um serviço frenético da regulamentação da cultura colapsista.

    3.3 A ECONOMIA CIVIL tem na futuridade da felicidade pública o seu contexto doador de sentido ético ao PROCESSO de desenvolvimento civilizatório. A ECONOMIA COLAPSISTA tem na liberdade de mercado a falácia que justifica o egoísmo e a insanidade de dedicar a vida à busca por riquezas materiais como condição de uma felicidade individual. A felicidade pública é a virtude civilizatória inerente às práticas econômicas realizadas com base numa ocupação vocacional ecológica e humanista em substituição ao desemprego e ao trabalho alienante e desconectado da natureza e da convivência humana. Quando a economia se reduz ao foco de produzir os maiores ganhos no menor tempo possível, sem nenhum limite ético e ecológico, e consegue colonizar com essa ideia a justiça, a política, o trabalho e a educação cria-se uma cultura com uma nova sensibilidade nos corpos e espíritos das pessoas. O espaço vazio de emoções na cultura da indiferença agora dá lugar a um mundo de sentimentos virtuais com uma prática midiática instantânea, na qual, pela própria velocidade do presente, o futuro é excluído sem nenhuma piedade. Com a exclusão do futuro, desaparece também as futuridades humanísticas e de sustentabilidade, como a proteção da infância, da família, da saúde, da educação, da natureza, da segurança, entre tantas outras. O espirito se reduz e o colapso se mostra em toda a sua magnitude. Resta a dignidade e a coragem das pessoas, que por todo o Planeta, estão construindo um mundo melhor, mais resiliente e amoroso.

    Início do Módulo III Curso de Pedagogias Específicas para a Sustentabilidade

      No dia 26 de agosto de 2015 iniciou o Módulo III do Curso de Pedagogias para a Sustentabilidade, tendo este módulo o nome Pedagogias Específicas para a Sustentabilidade.

      Serão abordados, durante o decorrer do curso, os seguintes temas:
      – Pedagogia do Cuidado
      – Pedagogias dos Bens Comuns
      – Pedagogia da Governança

      No primeiro encontro os participantes se apresentaram, relembraram como foram os módulos anteriores, comentaram suas expectativas para este módulo, e também conheceram alguns livros trazidos pelo professor Daniel da Silva, bibliografias estas que serão utilizadas no curso.

      Os materiais do curso estão disponíveis no link abaixo:
      MÓDULO III – PEDAGOGIAS ESPECÍFICAS PARA A SUSTENTABILIDADE 

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      Carta Encíclica Louvado Seja – Papa Francisco

        Encíclica

         

        LINK DA CARTA ENCÍCLICA LOUVADO SEJA

        Foi lançado, dia 18 de Maio pelo Papa Francisco, documento que condena o atual modelo de mercado no mundial e propõe novos modos de vida, a Encíclica Louvado Seja –  Sobre o cuidado da Casa Comum. O professor Roberto Villar Belmonte fez uma análise desse documento, e segundo ele “o Papa agora é também o signatário de um documento revolucionário que começa circular o mundo”.

        “Pelo pouco que tive acesso ao texto, que começa a circular, dá para perceber que o Papa foi muito além do se esperava. Ele faz um afronta direta ao capitalismo, ao livre mercado. No mundo ambiental, nós temos correntes alinhadas à direita, que são aquelas ONGs e empresários que acham que pelo livre mercado, resolveremos os problemas ambientais, que eles entedem que são apenas uma falha de mercado; no outro extremo, temos os ecologistas mais ligados ao anarquismo, mais ligados aos movimentos sociais, que dizem que o capitalismo não é capaz de superar problema ambiental algum. É preciso superar o capitalismo e passarmos para um novo modo de produção, que não seja ligada ao lucro. E temos ao centro uma outra linha chamada de economia ecológica que, de certo ponto não rompe tanto com o capitalismo, ela dialoga com os dois extremos, e diz que é preciso regular o mercado; não é possível o mercado sozinho regular as questões ambientais. É nesta linha de economia ecológica que o Papa Francisco lança a carta encíclica. É esse o viés ideológico em que se enquadra essa encílica”, explica Belmonte.

        Entre outros pontos, o Papa condena nesta carta qualquer proposta de internacionalização da Amazônia porque isso só serveria aos interesses das multinacionais.

        “Não se esperava esse alinhamento do Vaticano às ONGs. Me chamou a atençaõ que ele condena os créditos de carbono. Ele reafirma as responsabilidades comuns, mas diferenciadas, ou seja, somos todos responsáveis, só que os desenvolvidos são mais responsáveis porque poluem há mais tempo, mas questiona o mercado de créditos de carbono dizendo que isso é uma falsa solução. Ele diz que a solução não é o crescimento econômico. Ele avança mais do que o próprio Pnuma [Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente]”, ressaltou o professor Roberto.

        Fonte: http://radios.ebc.com.br/natureza-viva/edicao/2015-06/enciclica-verde-lancada-pelo-papa-francisco-questiona-o-capitalismo

        GUIA DE LEITURA

        REPORTAGEM SOBRE A ENCÍCLICA

        Dia Mundial da Água 2015: Água e Desenvolvimento Sustentável

          Cartaz DMA 2015 (sem logo UFSC)

          O DIA MUNDIAL DA ÁGUA: Um dia para comemorar, um dia para mudar, um dia para se preparar.

          O Dia Mundial da Água é marcado em 22 de Março de cada ano. É um dia para celebrar a água. É um dia para fazer a diferença para os membros da população mundial que sofrem de problemas relacionados com a água. É um dia para se preparar para a forma como iremos gerir a água no futuro.

          Em 1993, a Assembléia Geral das Nações Unidas designou 22 de março como o primeiro o Dia Mundial da Água. 22 anos depois, o Dia Mundial da Água é comemorado em todo o mundo brilhando os holofotes sobre um tema diferente a cada ano.

          Em 2015, o tema do Dia Mundial da Água é “Água e Desenvolvimento Sustentável”. É sobre como a água  se liga com todas as áreas que precisamos considerar para criar o futuro que queremos.

          A cada ano, UN-Water fornece recursos para inspirar as celebrações do Dia Mundial da Água.

          ONU-ÁGUA: Onu-Água é o instrumento inter-agências de coordenação das Nações Unidas para a água doce e saneamento.

          Muitas organizações da ONU trabalham em questões de água – a distribuição de água potável durante desastres; a proteção de ecossistemas; a certificação de que a água é de qualidade suficiente; verificando a suficiência de  infra-estrutura de água para as nossas cidades; medindo o progresso do acesso ao saneamento; procurando como teremos água suficiente para fazer comida…. A lista é longa!

          Muitas organizações ao redor do mundo também trabalham sobre estas questões. Para serem mais forte, mais eficazes e terem o maior impacto possível, estas organizações se reúnem para trabalhar através de ONU-Água.

          Para o Dia Mundial da Água, a ONU-Água identifica os desafios futuros e define os temas para os próximos anos. O Dia Mundial da Água 2016 será em torno de ‘Água e Emprego’. Em 2017, será em torno de ‘Águas Residuais’ e em 2018 será em torno de ‘Soluções para a água baseadas na natureza’.

           

          Um dia para a água e água para o DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

           Água é saúde: LAVAR AS MÃOS PODE SALVAR SUA VIDA

          Água é natureza: OS ECOSSISTEMAS SÃO A BASE E O CORAÇÃO DO CICLO GLOBAL DA ÁGUA.

          Água é urbanização: TODA SEMANA, UM MILHÃO DE PESSOAS SE MUDA PARA AS CIDADES.

          Água é indústria: MAIS ÁGUA É USADA PARA A FABRICAÇÃO DE UM CARRO DO QUE PARA ENCHER UMA PISCINA SEMI-OLÍMPICA.

          Água é energia: ÁGUA E ENERGIA SÃO AMIGOS INSEPARÁVEIS.

          Água é alimento: PARA PRODUZIR UM KILO DE CARNE BOVINA VOCÊ PRECISA DE 15 000 LITROS DE ÁGUA.

          Água é igualdade: A CADA DIA AS MULHERES GASTAM MILHÕES DE HORAS PARA  TRANSPORTAR ÁGUA.

          A HUMANIDADE PRECISA DE ÁGUA
          Uma gota de água é flexível.
          Uma gota de água é poderosa.
          Uma gota de água está em demanda.

          Material completo no link: DIA MUNDIAL DA ÁGUA 2015

           

           

          Curso de Extensão – Pedagogias para a Sustentabilidade Módulo II

            Estão abertas as inscrições para o módulo II do Curso de Extensão Pedagogias para a Sustentabilidade.
            Esta é uma ação de cooperação entre Brasil e Haiti proposto através da SINTER/UFSC, e pensado para que nações irmãs co-aprendam com o caminho trilhado por suas sociedades.

            As inscrições vão até o dia 18/08/2014. Link: http://goo.gl/ZTegqQ
            Há 40 vagas no total, sendo 20 para haitianos e 20 para brasileiros.

            Acesse a ementa do curso e o calendário do curso AQUI

            Para conhecer os materiais do primeiro módulo, acesse o link:
            Materiais do Módulo I – Curso Pedagogias para a Sustentabilidade

            Dúvidas? Escreva para: gthidro.brasil@gmail.com

            Cartaz Curso PGS